Conforme sabemos, o termo “cosplay” significa a abreviação de costume play ou ainda de costume roleplay que pode traduzir-se como "encenação à fantasia". O termo refere-se à atividade lúdica que consiste em atuar como personagem real (artista) ou ficcional (personagens de animes, mangás, comics ou videojogos), procurando interpretá-los na medida do possível. Os participantes dessa atividade chamam-se cosplayers.
Difusor de princípios fundamentais, como a importância da Cultura, da sociabilidade e do respeito às diferenças, o cosplay conta com milhões de jovens adeptos e centenas de eventos ocorrem pelo mundo todos os anos.
No Brasil, embora a prática envolva milhares de praticantes e adeptos, e inclusive que brasileiros ocupem posição de destaque mundial, ela ainda não conquistou a grande mídia, o que faz com que iniciativas como o presente Projeto sejam fundamentais.
Através dele (do Projeto) será possível difundir ainda mais o “Cosplay World Masters Brasil”, que será composto por:
• Transmissão ao vivo via streaming da ativação do Cosplay World Masters Brasil com pelo menos 10 “cosplayers” diferentes;
• As apresentações compreendem:
- Roupa e atuação: as roupas e acessórios precisam ser, no mínimo, 60% originais, ou seja, feitas exclusivamente para o evento e feitas pelos próprios “cosplayers”. Habitualmente eles precisam demonstrar tais fatos através de registros impressos, como apostilas com desenhos, imagens, etc...
- A apresentação contempla 5 minutos para preparação de palco e, ao fim, os mesmos 5 minutos para liberação do espaço;
- A atuação propriamente dita começa com o início da música de fundo ou quando é dado um sinal pelo responsável pelas apresentações. A duração da apresentação é de 1 minuto e 30 segundos e é considerada encerrada quando ocorre o artista gradece ao público;
- Durante as apresentações, para a devida avaliação, cabe ao concorrente demonstrar todas as suas habilidades gestuais e de movimentos sobre o personagem escolhido, bem como sobre a movimentação pelo cenário montado e a utilização dos instrumentos que fizeram parte da montagem do palco.
Os participantes dessa atividade chamam-se cosplayers. Mas antes da efetivação das inscrições não é possível afirmar com precisão quais artistas ou personagens serão interpretados.
É possível apenas intuir sobre a escolha levando em consideração os artistas ou personagens que os cosplayers costumam representar. A questão é que mesmo assim, alguns desses artistas trazem no histórico dezenas de personagens possíveis. Trata-se de uma das características mais importantes, a capacidade de diversificação de quem está se apresentando.
Tal fato é fácil de observar nas redes sociais dos artistas que irão se apresentar. Difícil, portanto, definir antes da oficialização das inscrições.
• A transmissão de todas apresentações, na sua íntegra, pela internet (YouTube), com acesso gratuito, ao vivo. A transmissão será gravada e ficará à disposição pelo canal do Instituto Paulo Kobayashi no YouTube (para acesso gratuito) pelo período mínimo de 06 (seis) meses.
O Cosplay Mundial compreende, além de representação brasileira, a participação de cosplayers da Bélgica, Holanda, Bulgária, Letônia, Dinamarca, Suíça, Turquia, Portugal, Lituânia, Finlândia, Romênia, Inglaterra, França, Espanha, Polônia, República Checa, entre outros países.
Cada etapa tem início no país de origem e é classificados um campeão nacional que vai se apresentar pelo título de Melhor Cosplay (“Costume Play”) mundial na grande final que é realizada em Lisboa a histórica capital de Portugal. Na final os participantes da Europa e América Latina batalham para conquistar o título de melhor cosplay do mundo, ou seja, Campeão do C.W.M. - Cosplay World Masters.
Seus criadores no Brasil, a saber Raphael Faria Covolo e Nordan Manz, desde o início buscam incentivar e propagar a cultura pop e tem como missão a promoção e o reconhecimento do cosplay em nível mundial, assim como do país anfitrião e da entidade organizadora. A ativação leva em consideração a performance do cosplay em palco, a confecção, os detalhes do figurino e a semelhança em comparação ao personagem original (animê, game etc). Desde 2011 (dois mil e onze) o movimento cosplay vem crescendo paulatinamente.
Em sua última edição, a ativação contou com a presença de perto de dez mil pessoas, além da participação de cerca de vários profissionais. A ativação tem caráter expositivo, com o mérito de propagar a cultura pop Cosplay por meio da apresentação, da dança, shows e de outras linguagens.
O finalista do CWMB, pelo alto nível de competição, é considerado campeão nacional na modalidade Cosplay e tem sua vaga garantida para disputar a final na Europa.
O Brasil vem revelando muitos talentos na arte do Cosplay (“Costume Play”), a saber: em 2012 (dois mil e doze), Diogo Pereira foi vice-campeão mundial, em 2015 (dois mil e quinze), Mônica Somenzari foi vice-campeã mundial, em 2016 (dois mil e dezesseis) Jonhy Eduardo Santiago (conhecido artisticamente por Samui San) conquista pela primeira vez na história o tão sonhado campeonato mundial se consagrando primeiro campeão mundial brasileiro, e em 2017 (dois mil e dezessete), Jaqueline Fernandes (conhecida artisticamente como Jeyke) com o cosplay de Kerrigan se consagra terceira colocada no mundial. Em 2019 o Brasil fez pela primeira vez o 1º feminino. O Brasil revelou uma terceira colocada (2017), três vice-campeões (2012, 2015 e 2018) e um campeão mundial (2016) e uma campeã mundial em 2019. Em 7 (seis) anos o Brasil esteve presente no pódio dos 3 (três) melhores do mundo por 5 (cinco) vezes.
O Cosplay World Masters Brasil pretende ainda quebrar os paradigmas quanto a prática de atividades, que, além de proporcionar entretenimento e divertimento, também desenvolve funções de aspectos sociais, cognitivos e afetivos, independente da idade.
Dentre outros objetivos do projeto, é importante lembrar dos seguintes:
- Oferecer um ambiente de socialização e reflexão da cultura pop;
- Fomentar as práticas culturais e educacionais atreladas ao universo nerd/geek;
- Divulgar como prática educativa e de entretenimento voltado para a família;
- Divulgar a cultura do Cosplay;
- Divulgar os talentos musicais;
- Tornar o Estado de São Paulo uma referência no que se trata de cultura pop, incentivando o aumento do turismo na região;
Público alvo
- Pessoas interessadas em novas expressões da cultura pop;
- Pessoas interessadas na cultura musical;
- Interessados na cultura pop (cosplay).
O Instituto Paulo Kobayashi, como promotor desse projeto inovador, reitera sua finalidade e importância no desenvolvimento da atividade cultural no Estado de São Paulo, em parceria com o Governo do Estado de São Paulo.